Sempre fui favorável ao uniforme, pois o considero democrático, discreto e fácil de usar.
Quando meu filho foi para a escola achei melhor ainda. Todos iguais perante a professora e funcionários, além da praticidade.
O que eu não imaginava era a incompetência que eu estaria sujeita ao frequentar as malharias cadastradas pela escola. Falta de responsabilidade com os prazos de entrega, falta de estoque e materiais de segunda categoria.
Me perguntei quem ganha?
As donas de lojas.
Quem perde?
Pais, alunos, professores, tempo, humor, à princípio.
No primeiro ano do meu filho tive que resolver no juizado de pequenas causas, como era chamado antigamente o juizado especial. Tudo porque cortaram a mais as calças e não quiseram trocar por outras .
A questão é que estou cansada de ter ido em tantas malharias e este ano, o último do meu filho na escola, sigo me incomodando. Não entrei no juizado, mas a qualidade da malha era tão pequena, que encolheu o uniforme na primeira e na segunda lavada.
Onde vai parar?
Não sei, mas meu filho disse que dava para usar.
Vamos então terminar a vida escola com probleminhas oriundos da ganância de terceiros. Ou melhor, terceiras, pois normalmente são mulheres as donas de malharias.
Que feio, né?
Provavelmente os filhos delas não usavam uniformes.
Deixo uma dica para os pais que estão começando nesta peleia:
Reclamem!
Exijam a troca!
E caso não logrem exito, ingressem com uma ação no juizado especial.
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