quinta-feira, 21 de julho de 2011

Película protetora

Que o individualismo está em alta, não podemos negar, mas daí, não respeitar os limites impostos por força maior, não dá. No caso, a lei. Leis de trânsito, que regulamentam tudo pertinente ao ir e vir nas vias.

Se existe uma película protetora para vidros, ótimo. Poder pagar por elas, melhor ainda. O que não é aceitável, no caso, é a utilização fora dos padrões estipulados por lei. Já nem digo, bom senso. Porque neste caso, talvez o meu, não sejo o seu.

Sabemos dos benefícios como protetor contra os raios solares, também ter privacidade dentro do veículo, até mesmo para reter os vidros do parabrisa, no caso de acidentes, mas devemos respeitar os padrões da legislação. Vidro totalmente preto, que não possamos ver nem sombra dentro, dificulta até mesmo para o motorista manobrar o veículo.

Já não cito as questões reais, paupáveis, como ver quem está ao seu lado no trânsito. Quando surgiu a película até era um charme colocar no seu carro e ficar meio invisível para o carro ao lado, mas hoje já passamos deste estágio. Agora, o que vale é ser totalmente desapercebido para o outro. Digo no sentido interior. O exterior pode ser bem notório, afinal, um carro claro, de cor neutra com vidros totalmente pretos, não me vem outra definição.

Ai que saudade da época que se paquerava no farol, é, aqui no Rio Grande do Sul dizemos farol, sinaleira e não semáforo como no restante do país. Isso, os demais, é como vemos os que moram nos outros estados. Nosso bairrismo. Mas, os vidros transparentes....saudade!

Meu saudosismo á parte, acho terrível um carro com os vidros pretos, fora da lei, individualista em excesso, além de me reportar ao caus que estamos vivendo.

Não posso deixar de citar, já que estamos falando de carros, que caso você tenha melhorado sua renda, subido de classe social, não esqueça a elegância. Cores fosforescentes, ou quentes demais, mostram o quanto você já passou dificuldades. E isso não vem a caso, ?







quarta-feira, 20 de julho de 2011

Vocês sabiam?

Em uma rádio FM esta semana, em torno de 13h30, como gosto de notícias, fiquei ouvindo mesmo não concordando com a postura dos radialistas somente para ter elementos ao escrever este texto. Discordando e imaginado como eu escreveria no meu blog. Ainda estava com o meu filho ao lado e comentávamos em cima do que os convidados falavam. Me concentrava em dirigir também, apesar da indignação.
Um dos entrevistados era uma deputada federal pelo RS, falando suas ladainhas políticas, mas o que me chamou a atenção foi a adulação do radialista, até me veio um termo chulo, me perdoem, babando o ovo da pessoa em questão. Independente das preferências do caro apresentador de rádio, assim como as minhas, o que vem á tona é a notícia tendenciosa. A propaganda mascarada de informação.
E a ética?
E a responsabilidade com a notícia?
Com que credibilidade vou colocar meu rádio neste dial e ouvir novamente com meu filho, dizendo para ele que eu acredito na importância de ouvir noticiários? Se ele mesmo chegou a conclusão que não podíamos considerar o que estava sendo falado. Então,
Vocês sabiam que Porto Alegre já tem um novo prefeito? E prefeita?
Eu não!
Apesar do radialista, espero que seja o termo adequado, diga que sim.
Falavam que ela, aquela senhorita, seria a próxima pessoa a cuidar de nossa cidade. Com uma certeza, que eu como cidadã, me assustei. Cheguei a pensar que as eleições seriam indiretas e que já estava determinado.
Ah...que mau uso para um espaço conseguido através de concessão! E o pior, é que repercuti em todo o Estado.
Abuso! Irresponsabilidade! Vinda de um formador de opinião, em Sr. radialista? Vou chamá-lo assim, já que o blog é meu, eu o criei, eu falo comigo e talvez para alguns poucos, gente que usa ferramentas da web, como eu, mas que não está nem aí em manipular informações.
Espero que possamos fazer algo até as próximas eleições e pensando nas que vierem depois, mas chega desta falácia que vivemos ao assistir televisão ou ouvir rádio!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Fête Nacionale

Vamos crescer como seres humanos, crescer como democracia, como país.


Hoje comemorasse a queda da bastilha, um dos marcos da revolução francesa e feriado nacional naquele país.


Pensando nisto e ouvindo o horário político obrigatório, emerge o desejo de dar um basta na hipocrisia brasileira.


Como pode o voto ainda ser obrigatório em nosso país, assim como o horário político?


Vamos rever isso!


Temos que mudar as obrigações impostas ao povo!


Educação é poder escolher.


Ter educação é estar ciente de suas necessidades como cidadão.


É optar por votar ou não.


Chega de imposição.


Chega!

Desumano

Porto Alegre, hoje, 13 graus celsius, em torno das 12h30, muita chuva.
Estou indo buscar meu filho na escola e vejo uma cena dantesca, de um senhor idoso, sob a chuva, em frente a um condomínio de luxo. Com uma mão revirava o lixo e com a outra segurava garrafas pet.
Totalmente desumano!
Não sei seus motivos, nem vem ao caso. Não sei sua história, também não interessa. Mas não é possível assistir uma cena assim e não sentir uma dor profunda.
Um ser humano, no frio e na chuva, com uma idade na qual deveria estar descansando, vivendo, mas estava ali à deriva.
Espero que os políticos pensem na velhice da população e façam algo!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Iniquidade

Como é possível um preso do regime fechado, condenado por homicídio, estar pleiteando escolta policial para cursar em uma universidade privada, o curso de Direito, tendo conseguido bolsa através do Enem?
Explica-se que ele concluio seus estudos dentro da cadeia, prestou o Enem, obteve um resultado bom e foi aceito em uma universidade em frente a cadeia.
Ele tem um defensor público que está pedindo por ele. Ok.
Todos temos direito a defesa, podendo pagar por ela ou não, mas o que me aflige como cidadã é o fato de estarem pensando e ajudando um outro cidadão de uma maneira abusiva sobre os demais.
Por que?
Escolta de dois policiais enquanto a população como um todo reclama da falta de segurança nas ruas!
É no mínimo polêmico este assunto.
Mas o bom senso tem que vencer neste caso.
Adoraria saber de um caso de ex-detento inserido na sociedade, e com diploma conseguido enquanto cumpria pena, embora acredite primeiro, que o tipo de regime carcerário tenha que ser outro e que ele aguarde a progressão da pena.
Como cidadã não posso tolerar os casos sensacionalistas que vem à tona, para gerar notícia e promover um advogado, uma juíza e o diretor ou diretora de uma universidade privada. Ok?
Bom senso!
Primeiro atenção com a segurança pública para só então pensarmos na privada.
E por falar nesta palavra, temos outro significado para ela: vaso sanitário. Lugar onde fazemos nossas necessidades básicas. E me parece que a mente de alguns está precisando ser higienizada. Que tal dar descarga?

domingo, 10 de julho de 2011

Não doem!

Não sabe onde doar?
Eu sei!
Cada um deveria saber...
Bem, eu sei onde tu não deves doar!
Projeto Resgate dos Prédios Históricos.
Por que?
Um abusurdo ver a propaganda de meia folha, em um dos jornais mais caros do RS, em um sábado, dia considerado nobre, e consequentemente mais caro para anunciar.
Então, como é possível pedir doação e ao mesmo tempo vincular o logotipo da secretaria da cultura do RS, além do ministério da cultura e secretaria do patrimônio histórico.
Primeiro, por que uma secretaria do patrimônio, se já temos uma da cultura?
Bem, cabide de empregos, embora não vá divagar sobre isto agora.
Absurdo. Outro pensamento que não quer calar.
Ainda não sabe onde doar?
Para qualquer pessoa que esteja necessitando de roupas, comida, remédios, etc., que passe pela sua frente. Ninguém passou? Vá atrás!
Só por favor, não doem àqueles que não necessitam, como a "máquina pública brasileira"!
Obrigada.