Que o individualismo está em alta, não podemos negar, mas daí, não respeitar os limites impostos por força maior, não dá. No caso, a lei. Leis de trânsito, que regulamentam tudo pertinente ao ir e vir nas vias.
Se existe uma película protetora para vidros, ótimo. Poder pagar por elas, melhor ainda. O que não é aceitável, no caso, é a utilização fora dos padrões estipulados por lei. Já nem digo, bom senso. Porque neste caso, talvez o meu, não sejo o seu.
Sabemos dos benefícios como protetor contra os raios solares, também ter privacidade dentro do veículo, até mesmo para reter os vidros do parabrisa, no caso de acidentes, mas devemos respeitar os padrões da legislação. Vidro totalmente preto, que não possamos ver nem sombra dentro, dificulta até mesmo para o motorista manobrar o veículo.
Já não cito as questões reais, paupáveis, como ver quem está ao seu lado no trânsito. Quando surgiu a película até era um charme colocar no seu carro e ficar meio invisível para o carro ao lado, mas hoje já passamos deste estágio. Agora, o que vale é ser totalmente desapercebido para o outro. Digo no sentido interior. O exterior pode ser bem notório, afinal, um carro claro, de cor neutra com vidros totalmente pretos, não me vem outra definição.
Ai que saudade da época que se paquerava no farol, é, aqui no Rio Grande do Sul dizemos farol, sinaleira e não semáforo como no restante do país. Isso, os demais, é como vemos os que moram nos outros estados. Nosso bairrismo. Mas, os vidros transparentes....saudade!
Meu saudosismo á parte, acho terrível um carro com os vidros pretos, fora da lei, individualista em excesso, além de me reportar ao caus que estamos vivendo.
Não posso deixar de citar, já que estamos falando de carros, que caso você tenha melhorado sua renda, subido de classe social, não esqueça a elegância. Cores fosforescentes, ou quentes demais, mostram o quanto você já passou dificuldades. E isso não vem a caso, né?
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