quarta-feira, 29 de junho de 2011

Vai Neymar!

Foi confirmado cinco propostas para o jogador Neymar ir para a Europa. Especula-se que seja para Espanha, mas não é isso que vem ao caso.
Gostaria de tratar sobre o fanatismo e a idolatria exacerbada de algumas pessoas apaixonadas por futebol.
Paixão é muito bom, mas o que a indústria do futebol faz é abusar deste sentimento que muitos brasileiros tem.
Passes super valorizados, salários altíssimos, valores de ingressos irreais, são apenas algumas das práticas pelas quais somente alguns se beneficiam. Não mencionarei os empregos indiretos, até porque o enfoque não é o trabalho, mas ao abuso que são submetidos muitos trabalhadores honestos e apaixonados por este esporte.
Como é possível um ingresso custar R$70,00 sendo o salário mínimo R$545,00? Considerando que a grande massa de torcedores não ganha mais que dois salários.
Vamos pegar o exemplo daqueles que sobrevivem com um, multiplicando por quatro, que é o número de jogos que um torcedor vai por mês torcer por seu time, chegamos ao valor aproximado de meio salário. Então? Ele terá outra metade para sobreviver e o pior, é que assim ele fará. E sua família? Filhos? Esposa? Sonhos de consumo? Inexistem, afinal, ele se realiza a cada partida ganha pelo seu time. O time vence e ele se sente vencedor. Mas como? Se ele só passa necessidades? Ele anda num transporte público cheio e sem consideração por ele, mas o craque do seu timão, em um carro importado, com todos os opcionais e se duvidar ainda o atropela em uma madrugada após sair de uma balada regada a muita espumante.
Como isso é possível? Ganhar o jogador, o time, o empresário, a família do atleta e mais dois ou três atravessadores? Enquanto o trabalhador, apaixonado por futebol, pelo seu time passa tanta privação.
Vamos pensar e mudar este negócio, que só é bom para alguns?
Vamos respeitar o torcedor trabalhador!
Essa é a indústria, então eu digo: - Vai Neymar e leva contigo outros que só colaboram com a deterioração financeira e moral dos seus fãs.

terça-feira, 28 de junho de 2011

LGBT

Não podemos mais fingir que não existe outras formas de famílias, de amor, de amizade.
Até que enfim foi realizado no Brasil o primeiro casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Lentas, porém gradativas mudanças foram ocorrendo nos três últimos anos. O reconhecimento como união estável, além de cerimônias celebradas entre amigos e familiares menos preconceituosos, veio tornar público o desejo de vários casais, que se mantinham no anonimato, se unirem civilmente.
Quais as diferenças?
Por que as formalidades da lei?
As respostas são muitas, varia de ponto de vista e de discurso, porém a primeira e mais óbvia, a liberdade!
Somos todos cidadãos e deveríamos ser tratados com igualdade perante o estado, mas não era o que acontecia.
Pessoas como qualquer outra, não podendo realizar seu sonho de casamento. Público, festejado e com tudo que qualquer noiva ou noivo quer e tem direito.
Felicidade à todos!
Com Liberdade,
Igualdade,
e em Fraternidade.
Saudações sinceras.

domingo, 26 de junho de 2011

Mantenha distância mínima Obrigatória

Essa frase lembra a de uma placa, mas é somente uma ideia que me ocorreu hoje, após ir à padaria. Manter distância é uma questão de lei no trânsito e educação nos ambientes sociais. Acredito que deva existir uma distância mínima - obrigatória - segundo o bom senso, em filas, como as de padarias, bancos, caixas de super mercados, caixas de lojas, na entrada de cinemas, etc. Embora não seja o que vemos por aí.
Não precisaríamos usar o termo obrigatório, se houvesse educação e noção.
Quando estivermos em uma fila, esperando para sermos atendidos, ou simplesmente passarmos, devemos a cada passo que o cidadão que estiver na nossa frente der, esperarmos que ele de outro, para então, darmos o nosso. Pequeno, lento, proporcional ao deslocamento de quem está na nossa frente. Parece óbvio, mas venho observando isso nas mais diversas situações. Em horários diferentes, faixas etárias e situações sociais e concluo que a falta de noção está disseminada. Jovens, aposentados, profissionais liberais, donas de casa, empresários, são exemplos que encontramos por aí, em situações cotidianas. A proximidade é tanta, que muitas vezes podemos sentir a respiração de quem está atrás de nós, ou o hálito, que muitas vezes é desagradável e perceptivo.
Me falta uma explicação diversa da que eu citei, além de paciência para tamanha falta de educação que temos que presenciar diariamente. Grudar em quem estiver na sua frente, não vai fazer você ser atendido mais rápido, nem chegar mais rápido, talvez faça você sentir o campo energético de alguém que talvez esteja doente ou triste, tão somente.
Por favor leitor, que este simples texto faça você pensar e mudar, caso se identifique com o que foi citado. Pequenas atitudes, ou mudanças delas, colaboram para uma sociedade melhor.
Conto com sua compreensão.
Cordialmente,

quinta-feira, 23 de junho de 2011

O que é isso?

Não posso acreditar como uma assessoria de um partido político não se preocupe com a sua imagem. Assistindo a tv cultura, vi uma propaganda dantesca. O personagem, que por acaso é uma politico, fala sobre nepotismo, de uma maneira hilária, sem pudor nem vergonha.
Como cidadã me senti muito mal por saber que temos no congresso nacional, uma figura daquelas. Pior, que muitos brasileiros ajudaram a eleger aquilo. Analfabeto, deselegante, grosseiro e com aparente dificuldade intelectual. Também decepcionada por um canal que eu simpatizava, vender seus espaços sem aparente critério. São os absurdos cometidos no país!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Lembretinho

Ao saírem de casa nestas manhãs escuras, cuidem ao ligar os faróis, certifiquem-se que eles não estejam com a luz alta.


Com a quantidade de carros nas ruas, os limites de distâncias não estão sendo obedecidos, pelo menos nas grandes cidades, e daí que farol alto estando a um metro de distância, é no mínimo distração. Assim espero. Não quero acreditar na desconsideração total de alguém que paga seus impostos como eu e que traféga nas mesmas ruas de Porto Alegre. Isso também vale para São Paulo e demais capitais.


Não ultrapassem pela direita, embora o motorista esteja "se arrastando" na sua opinião, dê sinal, espere, mas pela direita não! Além de perigoso, deselegante.


Quando tiver estreitamento de pista, vale o mesmo lembrete de ultrapassar somente pela esquerda. É a lei, está nas convenções necessárias ás sociedades. Então não forçe a passagem, mesmo que o motorista ao lado não tenha bom senso. Espere.


Não posso deixar de citar os pais que param em cima da faixa de segurança quando levam seus filhos para a escola. Que horror. Tem aqueles que não param em cima, mas a menos de um metro, e trancam o trânsito. Iniciam seus dias sem o mínimo respeito com os demais, além de infringirem uma lei básica e dar um exemplo para os seus filhos de total individualismo. Outros, buzinam ao verem isto, esquecendo-se por completo que nas proximidades da escola existem pessoas dormindo, acordando, trabalhando. Silêncio, ou melhor, menos barulho é bom para todos. E educação, sempre.

domingo, 19 de junho de 2011

Não dá

Dizem que não dá para ficar em cima do muro, nem ficar andando de um lado para outro, tenho dúvida sobre isto, mas tenho certeza que passar os talheres de uma mão para a outra, sendo que elas são as suas, não dá!
Incrível a inquietação de algumas pessoas ao comer. Começam segurando o garfo na mão direita, quando vão cortar a comida passam para a esquerda, segurando a faca na mão que estava o garfo, e a troca continua enquanto estiverem com comida no prato. Nossa! Só de descrever, sinto uma agonia. Parecida com a que senti enquanto assistia.
Muitos não tiveram oportunidade de berço, incluindo eu, mas ao chegar num certo patamar de vida, podem procurar por informações. Devem.
Colocar o dedo polegar da mão esquerda na ponta da faca, ai...não dá! Sem necessidade, tanto apoio sobre um objeto cuja finalidade é cortar ou empurrar o alimento para o garfo.
Vamos pensar um pouquinho e quem sabe investir em aulas de boas maneiras!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Noção

Observei no decorrer dos anos que as pessoas necessitam de informações básica como, em horário comercial, para lembrarem que existe horário para tudo.
Quando mandei fazer panfletos, dos meus trabalhos, coloquei os telefones e abaixo, a frase, em horário comercial, pois se assim não o fizesse, receberia ligações nos horários mais improváveis para mim.
Mesmo assim, costumo desligar meus celulares em torno de 20h porque não estou disponível nem para amigos e parentes. Somente para minha família.
Qual a minha surpresa ao ligar um deles hoje de manhã?
Chamadas não atendidas, de pelo menos três números. Sei que não eram amigos nem parentes, pois os nomes não apareciam. Detalhe, passava das 21h.
Então, a que conclusão chegamos?
Falta de noção?
Educação?
Ou limites?
Não tenho a resposta. Acho que varia de caso a caso.
Mas uma coisa é certa, temos que ter noção da individualidade alheia.
Por exemplo, se não somos amigos íntimos, não devemos nos telefonar fora do horário comercial, afinal, temos que preservar o tempo em família, também.
Outra dica, começe sempre cumprimentando e perguntando: -Tu podes falar?
Quem sabe, não possa, por vários motivos, de ordem pessoal ou por questão de impossibilidade, como estar na rua, ou estar com outra pessoal, que não possa interromper, etc.
Vamos procurar ter noção?
E se possível, deixem seus celulares no vibra, quando estiverem fora de seus espaços. Toques diversos, colaboram com a poluição sonora.

Saudações fraternas.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Chega! 2

Chega de tanta Falta de Educação!
Pois ela vai bem além do que aprendemos na escola.
Por exemplo, ao usar um palito no restaurante, façam no banheiro. Lugar onde deveria ficar os palitos.

Chega de tanta Falta de Cortesia!
Seja no estacionamento de um supermercado, ou dentro do mesmo. Seja em um transporte público, ou ao entrarmos e sairmos de um local, sem cumprimentar.

Chega de tanta Superficialidade!
Não adianta atirar-se em consumir em shoppings ou lojinhas de bairro, que as nossas carências e frustrações não desaparecerão.
Consumo consciente.

Chega de tanto Lixo nas Ruas!
Coloquem os lixos nas lixeiras.
Ah, não tem lixeira por onde vocês passam? Guardem nas suas bolsas ou dentro dos seus carros e joguem fora em suas casas. E não esqueçam de separar o lixo!

Chega de Não Pensar nas Palavras ao Falar!
Comunicar-se usando palavras é necessário também usar o pensamento.
Pensar nos sentimentos de quem ouve.
Na dúvida, não fale, mas se falar, escolha bem o que dizer e para quem. Um exemplo típico são as queixas de muitos pais, de como seus filhos falam com eles, e por aí vai.
Cortesia também ao falar.

Chega de tanta Falta de Amor!
Se não nos sentimos amados, vamos procurar amar. Como?
Olhando as pessoas com amor. Já é um começo.
Cultivando esse sentimento, certamente o amor vai aparecer.
E quando olharem uma criança de rua, mesmo que sintam repúdio, disfarçem, pois esta criança, certamente sentirá seu olhar.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Chega!

Chega de Imunidade Parlamentar!
Justiça igual para todos.


Chega de Salários Abusivos para parlamentares!
Afinal, deveria ser fixado um piso, semelhante ao de um policial civíl, militar ou professor. Adicionado alguns benefícios para viagens e campanhas, devido a atividade inerente de um político. Apenas.

Chega de Desvio de Verbas!
Não pudemos mais aceitar isto. Dinheiro desviado de merenda escolar, de compra de material de didático, e de remédios, eis aí, singelos exemplos.

Chega de Desigualdade!
Entre homens e mulheres, entre opções sexuais, entre raças, entre escola pública e particular, etc.

Chega de Não Estar nem Aí!
Se a minha vidinha está boa, se tenho o que eu preciso, ou quero, os outros que...Chega!
Não pudemos viver num eterno descaso, dizendo que se eu estou bem, meus amigos e parentes estão, então, está tudo bem. Não pode ser assim. A vida, as sociedades são bem maiores que este pensamento limitado e tão comum. Afinal, segundo o principio da Roda, hoje eu estou em cima, amanhã em baixo...Precisamos ampliar nossa visão.

Chega de Asistir somente!
As notícias absurdas, de assuntos diversos, com espanto, e alegria por não estarmos nelas. Pois estamos de alguma maneira. E quem sabe, alguém muito querido nosso, venha a estar.


Chega de Não Exigir Seus Direitos!

Vamos pensar e praticar a real democracia.