Prezado Comandante da BM de Porto Alegre!
Como mãe, peço à vocês que não agridam nossos filhos, pois eles são adolescentes.
Desculpem.
Relevem.
Não os encham de gás, pois o meu sofre de asma, e não gostaria de processar a vossa autoridade.
Estou em casa, a disposição de quem precise.
Tenho endereço certo; meu filho também, além de ontem, ele ter passado no vestibular de inverno da PUCRS, com 16 anos. É um bom garoto.
Estou com meu coração apertado, mas preciso respeitá-lo como cidadão, que tem todo o direito de protestar.
Não pude acompanhá-lo hoje, pois estou estudando e tenho prova. Sabe como é, só agora estou fazendo faculdade. Preciso ir bem. Pelo futuro dele, inclusive.
Conto com a sua compreensão e peço mais uma vez, pela integridade de nossos filhos, antes mesmo da integridade patrimonial.
Grata.
Stefania de Castro
quinta-feira, 20 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Dia que entrou para a história
Grande número de manifestantes, caminham pelas cidades brasileiras.
Impressionante!
Me lembrou, vendo as imagens, os Caras Pintadas, que ajudaram a queda do presidente Fernando Color.
Tirando o vandalismo, que são fatos isolados, não podemos negar a validade das manifestações.
O que nosso país precisa, depois de uma reforma política e tributária, são manifestações pacíficas, mas que marquem o desagrado do povo.
Não podemos conviver com tanta disparidade social e desrespeito ao povo.
O que vemos no atual governo, são secretarias especiais, nomeações e cabides de empregos. Chega!
Enquanto isto, o povo, padece em congestionamentos, ônibus cheios, transportes públicos ineficientes, saúde falida; educação mascarada.
Mascarada, por que?
Bem...
Não adianta criar leis, para vestir o casaco do populismo, e as que existem, não são cumpridas. Exemplo, é o piso dos professores.
Dizer que as crianças precisam ir para a escola a partir de quatro anos, mas as que estão em idade de alfabetização e do tradicional ensino fundamental, não conseguem vagas. E em muitos casos, frequentam escolas em condições precárias e sem o quadro total de professores.
E por aí vai os absurdos.
Espero que nas próximas eleições, o povo lembre a inflação crescente desde o segundo mandato do Lula , e digam um basta ao PT.
Impressionante!
Me lembrou, vendo as imagens, os Caras Pintadas, que ajudaram a queda do presidente Fernando Color.
Tirando o vandalismo, que são fatos isolados, não podemos negar a validade das manifestações.
O que nosso país precisa, depois de uma reforma política e tributária, são manifestações pacíficas, mas que marquem o desagrado do povo.
Não podemos conviver com tanta disparidade social e desrespeito ao povo.
O que vemos no atual governo, são secretarias especiais, nomeações e cabides de empregos. Chega!
Enquanto isto, o povo, padece em congestionamentos, ônibus cheios, transportes públicos ineficientes, saúde falida; educação mascarada.
Mascarada, por que?
Bem...
Não adianta criar leis, para vestir o casaco do populismo, e as que existem, não são cumpridas. Exemplo, é o piso dos professores.
Dizer que as crianças precisam ir para a escola a partir de quatro anos, mas as que estão em idade de alfabetização e do tradicional ensino fundamental, não conseguem vagas. E em muitos casos, frequentam escolas em condições precárias e sem o quadro total de professores.
E por aí vai os absurdos.
Espero que nas próximas eleições, o povo lembre a inflação crescente desde o segundo mandato do Lula , e digam um basta ao PT.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
E os Direitos Humanos?
Barbárie em atuação da polícia militar durante interceptação de carro roubado.
Furto de veículos é um assunto comum nas grandes cidades, roubo também, mas o que choca hoje, Porto Alegre, foi uma abordagem de policiais na av. Cristiano Fisher.
Após os assaltantes estarem algemados e deitados no chão, os policiais batiam e pisavam na cabeça dos detidos.
Violência desnecessária, concordam?
Sadismo?
Fiquei pensando neste termo, depois de assistir pela televisão, enquanto cozinhava.
Ainda bem que não precisava tocar mais nos alimentos, estavam em cocção, pois com certeza os teria envenenado com a minha cólera e repúdio.
Pensei que poderia ser meu filho no chão, ou um irmão, ou um amigo, ou um vizinho, e fiquei apavorada.
Espero que com a ajuda da mídia e das imagens registradas, sejam punidos rigorosamente, aqueles que deveriam conter a violência e não propagá-la.
Amigos distantes,
É com muita tristeza que atualizo vocês, o que está acontecendo aqui na cidade. Na bela Porto Alegre. Em um dos estados mais prósperos para viver neste brazilzão.
Muito pesar.
Meus sentimentos às mães dos envolvidos.
Furto de veículos é um assunto comum nas grandes cidades, roubo também, mas o que choca hoje, Porto Alegre, foi uma abordagem de policiais na av. Cristiano Fisher.
Após os assaltantes estarem algemados e deitados no chão, os policiais batiam e pisavam na cabeça dos detidos.
Violência desnecessária, concordam?
Sadismo?
Fiquei pensando neste termo, depois de assistir pela televisão, enquanto cozinhava.
Ainda bem que não precisava tocar mais nos alimentos, estavam em cocção, pois com certeza os teria envenenado com a minha cólera e repúdio.
Pensei que poderia ser meu filho no chão, ou um irmão, ou um amigo, ou um vizinho, e fiquei apavorada.
Espero que com a ajuda da mídia e das imagens registradas, sejam punidos rigorosamente, aqueles que deveriam conter a violência e não propagá-la.
Amigos distantes,
É com muita tristeza que atualizo vocês, o que está acontecendo aqui na cidade. Na bela Porto Alegre. Em um dos estados mais prósperos para viver neste brazilzão.
Muito pesar.
Meus sentimentos às mães dos envolvidos.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
O que está acontecendo?
Não sei onde vamos parar.
As coisas que vejo ao redor não são boas.
Penso em questões sociais e não sei como ajudar.
Resolvi dividir com vocês porque fazemos parte disso.
Violência, obesidade e negligência, eis as questões.
As pessoas cada dia mais impacientes, agressivas e com má vontade. Pequenas descortesias, falta de gentileza e desleixo. Não cuidam de si e tão pouco dos outros. Jogam lixo pela janela de seus carros, como se a rua não os pertencesse. Comem mal, em excesso e não controlam seu peso. Consequentemente brigam consigo e com os outros. Deixam de prestar à atenção em seus filhos, cônjuges e parentes próximos. Daí a violência começa em casa e vai para as ruas. Péssimos modos, muito fast food e agonía.
O que está acontecendo?
Não sei.
É quase como perguntar o que veio primeiro, o ovo ou a galinha?
Muito filosófico.
Quem sabe...
Devemos refletir e nos cuidar!
Saudações.
As coisas que vejo ao redor não são boas.
Penso em questões sociais e não sei como ajudar.
Resolvi dividir com vocês porque fazemos parte disso.
Violência, obesidade e negligência, eis as questões.
As pessoas cada dia mais impacientes, agressivas e com má vontade. Pequenas descortesias, falta de gentileza e desleixo. Não cuidam de si e tão pouco dos outros. Jogam lixo pela janela de seus carros, como se a rua não os pertencesse. Comem mal, em excesso e não controlam seu peso. Consequentemente brigam consigo e com os outros. Deixam de prestar à atenção em seus filhos, cônjuges e parentes próximos. Daí a violência começa em casa e vai para as ruas. Péssimos modos, muito fast food e agonía.
O que está acontecendo?
Não sei.
É quase como perguntar o que veio primeiro, o ovo ou a galinha?
Muito filosófico.
Quem sabe...
Devemos refletir e nos cuidar!
Saudações.
sábado, 16 de março de 2013
Uniformes
Sempre fui favorável ao uniforme, pois o considero democrático, discreto e fácil de usar.
Quando meu filho foi para a escola achei melhor ainda. Todos iguais perante a professora e funcionários, além da praticidade.
O que eu não imaginava era a incompetência que eu estaria sujeita ao frequentar as malharias cadastradas pela escola. Falta de responsabilidade com os prazos de entrega, falta de estoque e materiais de segunda categoria.
Me perguntei quem ganha?
As donas de lojas.
Quem perde?
Pais, alunos, professores, tempo, humor, à princípio.
No primeiro ano do meu filho tive que resolver no juizado de pequenas causas, como era chamado antigamente o juizado especial. Tudo porque cortaram a mais as calças e não quiseram trocar por outras .
A questão é que estou cansada de ter ido em tantas malharias e este ano, o último do meu filho na escola, sigo me incomodando. Não entrei no juizado, mas a qualidade da malha era tão pequena, que encolheu o uniforme na primeira e na segunda lavada.
Onde vai parar?
Não sei, mas meu filho disse que dava para usar.
Vamos então terminar a vida escola com probleminhas oriundos da ganância de terceiros. Ou melhor, terceiras, pois normalmente são mulheres as donas de malharias.
Que feio, né?
Provavelmente os filhos delas não usavam uniformes.
Deixo uma dica para os pais que estão começando nesta peleia:
Reclamem!
Exijam a troca!
E caso não logrem exito, ingressem com uma ação no juizado especial.
Quando meu filho foi para a escola achei melhor ainda. Todos iguais perante a professora e funcionários, além da praticidade.
O que eu não imaginava era a incompetência que eu estaria sujeita ao frequentar as malharias cadastradas pela escola. Falta de responsabilidade com os prazos de entrega, falta de estoque e materiais de segunda categoria.
Me perguntei quem ganha?
As donas de lojas.
Quem perde?
Pais, alunos, professores, tempo, humor, à princípio.
No primeiro ano do meu filho tive que resolver no juizado de pequenas causas, como era chamado antigamente o juizado especial. Tudo porque cortaram a mais as calças e não quiseram trocar por outras .
A questão é que estou cansada de ter ido em tantas malharias e este ano, o último do meu filho na escola, sigo me incomodando. Não entrei no juizado, mas a qualidade da malha era tão pequena, que encolheu o uniforme na primeira e na segunda lavada.
Onde vai parar?
Não sei, mas meu filho disse que dava para usar.
Vamos então terminar a vida escola com probleminhas oriundos da ganância de terceiros. Ou melhor, terceiras, pois normalmente são mulheres as donas de malharias.
Que feio, né?
Provavelmente os filhos delas não usavam uniformes.
Deixo uma dica para os pais que estão começando nesta peleia:
Reclamem!
Exijam a troca!
E caso não logrem exito, ingressem com uma ação no juizado especial.
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